by Hellder 'Lage' de Pinho
xiba-te
by Hellder Pinho, em 07.01.13 às 18:44link do post | favorito

Mais uma volta à cidade e não arranjo lugar de estacionamento, todos aqueles lugarzinhos em frente ao prédio ocupados, que nojo!, não suporto mais!, vou enfiar o carro em cima do passeio, ou num buraco qualquer e nem sequer vou meter moedinhas no parquímetro. À boa maneira portuguesa só me contento se conseguir estacionar mesmo em frente à clínica, o corredor até é largo, e com jeitinho o carro até subia ao 4º andar no elevador (vá lá no monta-cargas), mas não, tenho de continuar a andar aqui às voltas, só porque não quero gastar mais «cinco reis» de sola de sapatos… rendo-me às evidências e depois de ter perdido a conta às voltas que dei à rua e às rotundas, meto por uma rua lateral e «pimba», fico logo de cacholas, dois ou três lugares ocupados e meia dúzia de lugares vazios.

            Cheguei tarde à consulta, e culpei logo a falta de estacionamento (mentira), se a médica fosse dentista até os dentes me caíam. No fim e feitas as contas o resultado foi o habitual: desembolsei 60 «broas» para saber que está tudo bem, deveria era estar todo feliz e contente, e mais nada. De regresso ao carro ainda me perdi frente à montra da esquina à conversa com uma «perua» conhecida, quando me lembrei… do estacionamento, já era tarde...

            Desde que a Câmara Municipal entregou o serviço de estacionamento a uma empresa privada (as famigeradas PPP), o zeloso palmilhador de parquímetros passa o dia acima e abaixo, à procura do talãozinho, ou melhor da falta dele, e parece que encontrou mais um, o bilhete e o envelope no limpa pára-brisas não deixam duvidas, mais um incauto condutor vai ter um presente quando regressar à viatura, desta vez… andei às voltas, às voltas, mas mesmo assim por 15 cêntimos… passou.


Ticket de parquimetro

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