by Hellder 'Lage' de Pinho
xiba-te
by Hellder Pinho, em 30.04.10 às 19:30link do post | favorito

Para aqueles que (como eu) olham cada vez mais “de lado” para os novos agricultores virtuais, que não se cansam da agricultura feita com os dedos enfiados no teclado e não na terra, eu tenho uma explicação: “revivalismo”, ou seja uma vontade enorme de voltar ás origens (confortavelmente) sentados atrás de um computador

Se não vejamos o cenário bucólico que se vivia em Portugal há menos de cem anos atrás

«Não encara a possibilidade de passar a plantar trigo? Dizem que querem acabar com as importações e que é preciso tornar o país independente na produção de pão. Parece que o estado paga uma fortuna por cada hectare plantado.»

«As minhas terras produzem muita coisa, minha senhora. Azeitonas, cerejas e amêndoas. Pegamos nas azeitonas e fazemos muito azeite, que depois vendemos às mercearias de Alfândega.»

em A vida num sopro de José Rodrigues dos Santos

na realidade muito do que se passava em Portugal nos idos anos 30 do século passado (XX) ainda hoje se vive em muitos lugares do interior.

 

Este post faz parte do meu manifesto anti-farmville (e outras coisas que tais).


xiba-te
by Hellder Pinho, em 29.04.10 às 23:07link do post | favorito

Fazer ou não fazer?... eis a questão

 

Ou melhor, quais as obras que podem "ficar para trás", sem prejudicar... a clientela politica.

 

 

Devem ser poucas.


xiba-te
by Hellder Pinho, em 28.04.10 às 21:01link do post | favorito

Quando o Governo não tem juízo…

… o Povo é que paga!



xiba-te
by Hellder Pinho, em 25.04.10 às 17:22link do post | favorito

0 discurso do PR (hoje) nas comemorações do 25 de Abril foi severamente critico á revolução e ás politicas ditas de esquerda que se lhe seguiram, se não vejam-se as referencias e leiam-se nas entrelinhas:

Mar, quis este também recordar que antes da revolução a nação era uma potência da construção naval com grandes e possantes estaleiros, que agora desapareceram completamente, e as pescas, Oh! meu Deus, melhor é nem sequer falar…

Riqueza Imerecida, um dos maiores objectivos da revolução seria terminar com as desigualdades sociais e criar mais justiça social, ora o que se vê hoje em dia é um crescendo de casos em que os prémios atributos a gestores de empresas com participação do estado (e até em situação de ou quase de monopólio), são desavergonhadamente casos de jackpot euromilionario sem talão nem ter de acertar nos números, e sem mérito.

O Grande Porto e Norte, todos sabemos que o norte assistiu impávido e quase sereno á revolução sulista, e é inquestionável a força de vontade determinação e trabalho destas gentes do norte, o Porto é inquestionavelmente a capital económica do país e o norte o grande motor produtivo e económico, no Marquês de Pombal em Lisboa foi emitida mais uma factura para o Norte pagar a partir de 1 de Julho (“a ber bamos!?”). E tudo isto e sem qualquer divagação futebolística do género club do sistema (regime).

 

Falta á classe política a vontade para atirar com os preconceitos para trás das costas, arregaçar as mangas por as mãos na “merda” e trabalhar para erguer a economia desta nossa pátria, se for preciso impressionar uns quantos e mostrar irreverência que se mude até de novo o nome da ponte para Salazar.


xiba-te
by Hellder Pinho, em 23.04.10 às 23:07link do post | favorito

Este ano já li: duas irmãs, um rei – philippa gregory, a villa – nora roberts, o anjo da morte - ariana franklin, o principezinho – saint-exupéry, como água para chocolate - laura esquivel, a cabana - william p. young, berta a grande – cuca canals, a vida num sopro – josé rodrigues dos santos, o jogador - fiodor dostoievski, não te deixarei morrer… - miguel de sousa tavares.

A todos aqueles que tornam possível esta epopeia da leitura o meu obrigado, pelos livros que me emprestam, e àqueles que não lêem mas que têm o bom gosto de me oferecer livros, recordo, a lista está no sítio do costume.

 

 

a viagem do elefante

 

 

Agora estou a calcorrear: a viagem do elefante – josé Saramago, livro do nobel habitante das canárias, a verdadeira epopeia do paquiderme, cheia de virgulas, nomes em letra minúscula e intermináveis frases, de onde extraio com a devida reverência um pequeno excerto com que vos presenteio, e para não continuarem a ler esta fraca imitação do original, cá vai o autêntico:

 

«Suspeita o comandante que o seu exemplar (livro) veio de cepa bastarda, de uma edição dessas que hoje chamamos piratas, o que mostra quão de longe vêm já certas ilícitas praticas comerciais.»

 

Escreve sempre seguido, desperta o Saramago que há em ti.


xiba-te
by Hellder Pinho, em 22.04.10 às 19:28link do post | favorito

 

A verdade não está com os homens, mas entre os homens.
Sócrates filosofo

 


xiba-te
by Hellder Pinho, em 21.04.10 às 21:54link do post | favorito

 

Projecto de Engenheiro
Sócrates Politico
Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância
Sócrates Filosofo

xiba-te
by Hellder Pinho, em 20.04.10 às 19:34link do post | favorito

A Rosa Maria ofertou um cavalo ao Paulo José, este não se fez rogado e como “a cavalo dado não se olha o dente”, amarrou-o com uma guita e lá vai ele a trotar…

a cavalo dado não se olha o dente

Este post faz parte do meu manifesto anti-farmville (e outras coisas que tais).


xiba-te
by Hellder Pinho, em 15.04.10 às 00:45link do post | favorito

A lei que legisla o nudismo nas praias Portuguesas foi alterada e é agora mais ligeira, pelo que podem ser criadas mais áreas só para naturistas.

imagem por, Susana Cardoso || A astúcia tem muitos vestidos; a verdade gosta de andar nua. Thomas Fuller

 

Tantas vezes "ê" vi (“cus olhos ca terra há-de comer”) as senhoras (e não me alembro” de ter visto nenhum homem, claro nem ia olhar) sem qualquer pudor ás escancaras nas praias públicas, “como a mãe as trouxe ao mundo”, a mostrar aquilo que todos querem ver, mas que todos classificam de indecente.


xiba-te
by Hellder Pinho, em 14.04.10 às 19:56link do post | favorito

 

 

 

Procuremos acender uma vela em vez de amaldiçoar a escuridão.

Provérbio chinês


xiba-te
by Hellder Pinho, em 13.04.10 às 20:18link do post | favorito

Let there be Light -

Se não puderes ser um pinheiro,

no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo,

sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.

Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho

que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.
Pablo Neruda


xiba-te
by Hellder Pinho, em 12.04.10 às 21:19link do post | favorito

Hoje, á entrada da capela para a missa das 7 (19:00 ia lá eu levantar-me cedo) estava tudo em alvoroço, não é que as cabritas (ovelhas mesmo) da tia Micas estavam a comer o feno (vulgo, ou talvez não, forragem) da Zeza do Marco!? Não reconheci nas velhotas perfil para facebook, as suas mãos bem calejadas, por certo estariam mais acostumadas com ratos de pelo do que com ratos de plástico.

No fim da missa e á porta do cemitério, a conversa era outra, o Manel da Mula combinava com o José carpinteiro (que se diz ainda ser da família do Santo) uma reparação aos currais (estábulos, para os leitores brasileiros), daquelas com chapas de zinco, tábuas, pregos e coisas a sério.

Tirando a missa, as cabritas, o feno e os currais (o Jardel até que ficou bem na foto), todo o resto é virtual.

Este post faz parte do meu manifesto anti-farmville (e outras coisas que tais).


xiba-te
by Hellder Pinho, em 09.04.10 às 23:28link do post | favorito

As esplanadas estavam compostas, haviam crianças por todo o lado a brincar e alguns (como nós) arriscaram (e petiscaram) a fazer praia …estamos em Abril e até o mar fazia inveja ás praias de outras paragens.

Furadouro * 09 de Abril de 2010

Furadouro, hoje, 9 de Abril de 2010

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xiba-te
by Hellder Pinho, em 08.04.10 às 22:41link do post | favorito

Deixa p'ra lá SLB...

Let it be,

nada melhor que a musica de uma banda de Liverpool para descomprimir!?

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xiba-te
by Hellder Pinho, em 07.04.10 às 22:53link do post | favorito

Ophelia's Garden
Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio
ou flecha de cravos que propagam o fogo:
amo-te secretamente, entre a sombra e a alma.

Amo-te como a planta que não floresce e leva
dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,
e graças a teu amor vive escuro em meu corpo
o apertado aroma que ascender da terra.

Amo-te sem saber como, nem quando, nem onde,
amo-te directamente sem problemas nem orgulho:
assim amo-te porque não sei amar de outra maneira,

Se não assim deste modo em que não sou nem és
tão perto que a tua mão sobre meu peito é minha
tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.
Pablo Neruda


xiba-te
by Hellder Pinho, em 06.04.10 às 21:39link do post | favorito
Chuvas no Rio de Janeiro

«Homens e mulheres pediam-lhe com uma fé que muitos tinham recuperado devido á estranha meteorologia que por Deus e por todos os santos parasse de chover. A chuva nem sequer respeitava a casa do Senhor, que também se inundava de água que, em vez de bendita era maldita, e todos rezavam a faça-se a Vossa vontade assim na Terra como no Céu, e repetiam com ênfase assim na terra como no CÉU.»

 

Este relato de uma chuva dilúviosa que Cuca Canals faz no livro «Berta a Grande (Berata la Larga)» bem podia ser um qualquer relato mais enfático da calamidade que abala actualmente o Rio de Janeiro, que está literalmente a alagado por água da chuva.

«Homens e mulheres pediam-lhe com uma fé que muitos tinham recuperado devido á estranha meteorologia que por Deus e por todos os santos parasse de chover. A chuva nem sequer respeitava a casa do Senhor, que também se inundava de água que, em vez de bendita era maldita, e todos rezavam a faça-se a Vossa vontade assim na Terra como no Céu, e repetiam com ênfase assim na terra como no CÉU.»

 

Este relato de uma chuva dilúviosa que Cuca Canals faz no livro «Berta a Grande (Berata la Larga)» bem podia ser um qualquer relato mais enfático da calamidade que abala actualmente o Rio de Janeiro, que está literalmente a alagado em água da chuva.


xiba-te
by Hellder Pinho, em 04.04.10 às 00:01link do post | favorito

 

 

Vingando-nos,

Tornamo-nos iguais ao nosso inimigo;

perdoando,

tornamo-nos superiores.

Bacon


xiba-te
by Hellder Pinho, em 01.04.10 às 19:23link do post | favorito

 

 

A única desgraça irreparável

seria encontrar-nos um dia

sem arrependimento

diante da Face que perdoa

Bernardos

 

 


teias de aranha
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