by Hellder 'Lage' de Pinho
xiba-te
by Hellder Pinho, em 30.04.10 às 19:30link do post | favorito

Para aqueles que (como eu) olham cada vez mais “de lado” para os novos agricultores virtuais, que não se cansam da agricultura feita com os dedos enfiados no teclado e não na terra, eu tenho uma explicação: “revivalismo”, ou seja uma vontade enorme de voltar ás origens (confortavelmente) sentados atrás de um computador

Se não vejamos o cenário bucólico que se vivia em Portugal há menos de cem anos atrás

«Não encara a possibilidade de passar a plantar trigo? Dizem que querem acabar com as importações e que é preciso tornar o país independente na produção de pão. Parece que o estado paga uma fortuna por cada hectare plantado.»

«As minhas terras produzem muita coisa, minha senhora. Azeitonas, cerejas e amêndoas. Pegamos nas azeitonas e fazemos muito azeite, que depois vendemos às mercearias de Alfândega.»

em A vida num sopro de José Rodrigues dos Santos

na realidade muito do que se passava em Portugal nos idos anos 30 do século passado (XX) ainda hoje se vive em muitos lugares do interior.

 

Este post faz parte do meu manifesto anti-farmville (e outras coisas que tais).


xiba-te
by Hellder Pinho, em 20.04.10 às 19:34link do post | favorito

A Rosa Maria ofertou um cavalo ao Paulo José, este não se fez rogado e como “a cavalo dado não se olha o dente”, amarrou-o com uma guita e lá vai ele a trotar…

a cavalo dado não se olha o dente

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xiba-te
by Hellder Pinho, em 12.04.10 às 21:19link do post | favorito

Hoje, á entrada da capela para a missa das 7 (19:00 ia lá eu levantar-me cedo) estava tudo em alvoroço, não é que as cabritas (ovelhas mesmo) da tia Micas estavam a comer o feno (vulgo, ou talvez não, forragem) da Zeza do Marco!? Não reconheci nas velhotas perfil para facebook, as suas mãos bem calejadas, por certo estariam mais acostumadas com ratos de pelo do que com ratos de plástico.

No fim da missa e á porta do cemitério, a conversa era outra, o Manel da Mula combinava com o José carpinteiro (que se diz ainda ser da família do Santo) uma reparação aos currais (estábulos, para os leitores brasileiros), daquelas com chapas de zinco, tábuas, pregos e coisas a sério.

Tirando a missa, as cabritas, o feno e os currais (o Jardel até que ficou bem na foto), todo o resto é virtual.

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