«Homens e mulheres pediam-lhe com uma fé que muitos tinham recuperado devido á estranha meteorologia que por Deus e por todos os santos parasse de chover. A chuva nem sequer respeitava a casa do Senhor, que também se inundava de água que, em vez de bendita era maldita, e todos rezavam a faça-se a Vossa vontade assim na Terra como no Céu, e repetiam com ênfase assim na terra como no CÉU.»
Este relato de uma chuva dilúviosa que Cuca Canals faz no livro «Berta a Grande (Berata la Larga)» bem podia ser um qualquer relato mais enfático da calamidade que abala actualmente o Rio de Janeiro, que está literalmente a alagado por água da chuva.
«Homens e mulheres pediam-lhe com uma fé que muitos tinham recuperado devido á estranha meteorologia que por Deus e por todos os santos parasse de chover. A chuva nem sequer respeitava a casa do Senhor, que também se inundava de água que, em vez de bendita era maldita, e todos rezavam a faça-se a Vossa vontade assim na Terra como no Céu, e repetiam com ênfase assim na terra como no CÉU.»
Este relato de uma chuva dilúviosa que Cuca Canals faz no livro «Berta a Grande (Berata la Larga)» bem podia ser um qualquer relato mais enfático da calamidade que abala actualmente o Rio de Janeiro, que está literalmente a alagado em água da chuva.