by Hellder 'Lage' de Pinho
xiba-te
by Hellder Pinho, em 11.07.12 às 04:44link do post | favorito

Não são só os mais velhos que ainda não sabem distinguir as cores dos ecopontos, e para muitos “daltónicos” estes ainda não passam de meros caldeiros do lixo, “só” para recordar: azul = papel, amarelo = plástico, verde = vidro, ora como eu estou na praia e sobrou-me uma casca de banana, escorreguei na questão: onde está o balde preto para o lixo comum?, para não ficar mal levo-a para casa, tal como a senhora do lado fez com os ossos do churrasco (o bóbi agradece), e esquecendo o conselho que a velhota da frente deu ao miúdo:

«Botó saco num caisquer qué tudo caldeiros pró lixo!».

  Os ecopontos são daltónicos

Os recipientes para o lixo comum estavam mais à frente,

passei por eles quando entrei no areal.


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by Hellder Pinho, em 05.07.12 às 23:59link do post | favorito

época da sátira - http://alem-terra.blogs.sapo.pt/

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by Hellder Pinho, em 29.06.12 às 00:14link do post | favorito

Numa praia semi-vazia mas repleta de um sol, capaz se fazer corar um qualquer tórrido dia de Agosto, elas fazem-se notar, as novas a querer parecer mais velhas, as mais velhas a querer imitar as novas, umas novas com estilo umas velhas com manias, ou tudo junto, sempre de telemóvel a reluzir e a ponta da unha de gel a debitar surdos sms, talvez outro qualquer segredo cabeludo mais fácil de fazer chegar assim à toalha do lado, muitas fingidas sofisticadas que assim que abrem a boca logo se vê que as aparências iludem, da que trata o neto por filhinho, à que fica escandalizada por o miúdo lhe chamar mãe, estala logo o verniz, e repreende-o recordando-lhe de imediato o seu parto e as suas origens!

O bronze é induzido de uma forma quase industrial à base de sol e pigmento, qual franga no assador vira que revira unta e besunta, a marca assim o obriga, e para não ficar com ela nas costas desaperta e aperta esquece-se e vira e volta a virar, levanta e desenfia porque se enfia no rêgo… que o miúdo estava a fazer na areia.

Com uma pontualidade fabril às 6 da tarde dão em debandada, não sem antes fazerem o controle de qualidade do bronze, o processo de verificação é simples, uma toalhinha enrolada à volta alivia o biquíni e pimba, maminhas ao léu, até que nem esta mal, notam-se bem as marcas, e não adianta ficar zangada com a parceira que deixou cair a toalha, a coitada distraiu-se com o salva-vidas que se estava a despedir de duas turistas num inglês macarrónico, estas foram-se embora bastante divertidas a tagarelar na língua da Sophia de Mello Breyner Andresen.

 

praia - as aparências iludem

as iludências aparudem - as aparências iludem


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by Hellder Pinho, em 17.06.12 às 04:44link do post | favorito

O Tuga tem sempre troco para tudo, da menina do pronto-a-vestir que zelosamente apresenta o cêntimo da praxe para as calças de 30 euros que “apenas” custam 29,99 ao tasqueiro que cobra o que lhe der na real gana e ainda nos faz o manguito no fim, "toma lá que é democrático".
As mais insuspeitas donzelas, quais peixeiras de língua afiada, trazem sempre o porta-moedas carregado de trocos, pronto a vomitar à mais inocente vitima que se lhes apareça pela frente, do mais boémio piropo ao mais obsceno palavrão, até parece que engoliram uma enciclopédia de asneiras inteirinha.
Macho que se preze traz sempre consigo uma interminável tonelada de incríveis argumentos, cospem do mais simples “sei porque sei e, não se fala mais disso”, aos elaboradíssimos raciocínios baseados em teses cientificamente comprovadas "tal como demonstrou ontem, o cabeçalho do fidelíssimo jornal A Bola"…

……há sempre troco para tudo e todos.

 

Troco


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by Hellder Pinho, em 11.06.12 às 03:33link do post | favorito

Às duas por três acabamos sempre por chegar lá, palavra puxa palavra, a conversa azeda e, pimba, acabamos no asneirêdo, não é coisa bonita mas de facto chega a ser vulgar, quando caímos na realidade já é tarde de mais e, os impropérios que vomitamos fazem-nos agora engolir em seco e, deixam-nos decididamente envergonhados. Contudo os asneirentos ocasionais são meros amadores se compararmos com os profissionais do palavrão, esses que não conseguem construir uma frase sem colocar pelo meio uma catrefada de asneiras, homens de barba rija e mulheres de pelo na benta, que a avaliar pelo seu palavreado: na cozinha só temperam com alho, estão sempre a mandar os outros fazer viagens curtas, trazem sempre a genealogia do ramo materno na ponta da língua, são versados em ginecologia e pecuária, aliás devem pertencer a alguma linhagem estranha, uns serão aparentados de gado bovino e outros serão a prova provada de que os cães e as suas fêmeas são os melhores amigos do homem, tal é a frequência que nomeiam estas raças entre si. Ao fim e ao cabo trata-se de um linguajar estúpido que uns usam como forma de escape, outros «orgulhosamente» como forma de afirmação e, outros ainda na sua inocência sem remédio já não escapam à indecência.

 

don't love you

 

Exemplo de uma alcoviteira que quis deixar a sua marca num concorrido elevador e, sem qualquer pudor escreveu lá o seu apelido, só faltou nomear a raça e o número de telemóvel.


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by Hellder Pinho, em 05.06.12 às 21:10link do post | favorito

«Onte à noute só bubi uma mine, as ôtras fôru todas das grãodes, ... acabou-se-mu guito,... deixei u carro nu tasco porque já nim malembraba cu tinha lubado,… quandê cheguê a casa a mulher estaba vem bubida, i arriou-me, i já num me mexi mais... i tibe munta sorte, desta bez inda dromi na suleira da poarta, i num xubeu,… acordei cando passou o padeiro, se num foss-ele nim tinha dado porela ca casa néra a minha...»

 

** tradução indisponível **

 

lombo de lagosta com camarões descascados e super-bock mini gelada

 

* imagem meramente ilustrativa *


xiba-te
by Hellder Pinho, em 30.05.12 às 22:26link do post | favorito

*** FICAM AVISADOS: este texto pode conter expressões consideradas machistas e susceptíveis de ferir a sensibilidade feminina ***

 

Para tudo é preciso ter jeito e para lidar com mulheres é preciso muito mais, e começa logo pelo tratamento, não há Querida donzela que regateie um bom galanteio, a uma pura quarentona se a tratarmos por Menina é meio caminho andado, à senhora um cortejar simples como Tia assenta como uma luva, e a avozinha pode até nem ser nossa mas com este carinhozinho fica logo um doce, contudo… não há manual, nem compêndio que traga a receita secreta para lidar com as damas, a todos interessados em travar amizade com o sexo oposto recomenda-se vivamente que se dediquem primeiro à sua observação, este processo pode parecer fastidioso e inconclusivo mas em muitos casos revela-se proveitoso, no caso dos aventureiros que buscam parceira para fins afectivos aconselha-se sempre que possível a segregação da amada do seu grupo de origem, dizem (embora não esteja cientificamente provado) que em grupo elas podem ser muito ingratas umas com as outras, principalmente quando assanhadas por motivos passionais, nas situações mais desesperadas de varões em que buscam parceira aconselha-se frontalidade, sem rodeios, muito embora, se recomende muito treino, como por exemplo o esbofetear da própria cara, no acasalamento elas mostram-se ciumentas e apreciam pouco a partilha de machos, contudo há inúmeros relatos de concubinas que gostam de experimentar diversos, mas sempre em exclusividade, nada de misturas.

 

Mulheres, Depois não digam que eu não avisei

Depois não digam que eu não avisei

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by Hellder Pinho, em 24.05.12 às 05:55link do post | favorito

O papel de todas as ilusões é dar ânimo e alento, a partir do momento que ele sai da máquina até que se conferem os números mágicos todos os sonhos são possíveis, do humilde: «é desta que saio do buraco», ao hipócrita: «dá-me igual», há devaneios para todos os gostos: um que promete fortunas a meio mundo, outro que paga a hipoteca da casa a toda a gente, o raivoso comprava um carro «igualinho» ao do Cristiano Ronaldo para espetar nas «bentlas» do vizinho, o caridoso ajudava a família toda e o hipócrita que os mandava a todos para «baixo de Braga», mas… as carradas de vontades caridosas e as inúmeras promessas deitadas da boca para fora esfumam-se na hora da verdade, os candidatos são incontáveis para um prémio que raramente aquece a carteira, mas que pelo menos enche corações.

 

euromilhões – a criar sonhos todas as semanas

euromilhões – a criar sonhos todas as semanas

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by Hellder Pinho, em 21.05.12 às 22:22link do post | favorito

Estava eu tranquilamente estacionado, entretido na mais pura arte de quem nada faz enquanto espera, quando a meu lado parou um pura raça alemã topo de gama, não pude deixar de reparar na miúda que no banco de trás lia entretida um qualquer livro de capa colorida, e tal como estava assim saiu do carro, quem não gostou disto foi o progenitor que ficou escandalizado, e não se imiscuiu de logo ali soltar uns quantos impropérios à miúda e, até lhe teria soltado os cães (se os tivesse trazido), foi por pouco que assim evitou que a garota fosse a ler para o café e o envergonhasse com tal andamento em frente dos amigos, como se a violência verbal não bastasse arrancou-lhe o livro da mão, atirou-o por uma janela do carro que tinha ficado aberta e este foi embater na imediatamente oposta e só não partiu o vidro por um mero acaso, o que a ter acontecido também não se notaria muito no bólide, seria apenas mais uma mazela a juntar aos farolins partidos, amassadelas e riscos ferrugentos que abrilhantavam a sucata...

 

Factos Bizarros - Porto EditoraFactos Bizarros - Porto Editora

 

No lado oposto a esta cena bizarra temos os casos de pais que fazem de tudo para que os filhos leiam, pelo menos um pouco de vez em quando, «dizem» que ajuda a desenvolver o intelecto e outras coisas mais…


xiba-te
by Hellder Pinho, em 24.04.12 às 21:50link do post | favorito

Neste longo rescaldo da revolução do 25 de Abril, há ainda questões que os livros da escola não me esclareceram, que os professores não souberam explicar, e que ainda hoje não constam dos manuais de Historia dos meus filhos, que há pergunta se sabiam o que foi o 25 de Abril pouco mais souberam dizer além de: «foi a Revolução dos Cravos», e que devia ter alguma coisa a ver com a musica porque foi disso que lhes falaram, … pois claro!, uma Rave ou um festival de primavera em 1974, onde apareceram uns quantos militares de chaimite e de armas adornadas com cravos vermelhos, vai daí depuseram a ditadura fascista, que era anti-cultural não deixava passar na rádio a musica que a malta queria ouvir, e que revia os textos dos jornais para que ficassem a gosto dos mandantes do regime. Aí está!, tivemos aqui em Portugal uma revolução romântica.

Ao longo dos tempos tenho vindo a prestar atenção ao tema para ver se alguma coisa me escapou, isto porque, não é a revolução que me preocupa, mas sim o após revolução e as suas consequências. No fim da “festa” foi preciso arrumar a casa, mandar vir os soldados que lutavam nas colónias, e iniciar a descolonização (que tinha de ser feita), mas tendo em conta todas as agruras por que passaram as ex-colónias nestes anos…, fizemos um trabalho muito mal feito. As nossas “lides domésticas” também foram desastrosas: nacionalizações, e reforma agrária, as industrias eram lucrativas, as searas cultivadas, mas depois deixaram de o ser!..., claro que havia a questão do proletariado, e outras… mas não haveria outras formas de o fazer sem arruinar tudo?!

 

As ruínas do 25 de Abril

 

Talvez daqui a umas décadas este assunto seja dignamente aflorado, quando já não estivermos debaixo da “censura” da ideologia instalada no pós-revolução.


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by Hellder Pinho, em 28.03.12 às 04:44link do post | favorito

Mañana es día laborable en Portugal pero es huelga general en España e yo no quería quedarme trabajando en oficina, me encantaría muchísimo irme lá… à la playa de Baiona, por supuesto.

Púes bueno, vestir uns shorts pegar una toalla e desfrutar, e para comer nada mejor que llevar daquí unas conservitas típicamente portuguesas, superiormente echas en Galicia, que tal?

Me encantaba muchísimo ir à Vigo hacer unas compritas en aquellas tiendas exclusivas como Springfield, Stradivarius ou en el distintissimo El Corte Inglés.

Para ahorrar algo más, lo mejor es repostar antes de salir de España en unas gasolineras de Galp que ay por ahí, com combustible mucho, más, mucho barato.

 

* Escribido en Portuñol

 

vamos à la playa - España

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by Hellder Pinho, em 13.03.12 às 20:55link do post | favorito

O país anda de rastos, o desânimo tomou conta de boa parte da população, nem quando o Benfica perdia quase tudo se viviam tempos assim, embora (felizmente) o club do coração de (ainda) maior parte da população (da metrópole e de quase Angola inteira) não se tenha recomposto totalmente.

Neste nosso Portugal está quase tudo mal, e nem a religião ajuda, o clero (outrora porto seguro da população) fecha-se em copas, limita-se a gerir o pão nosso de cada dia, e a intensificar a ação social (quase sempre meritoriamente), mas é preciso mais, pode ser a hora certa para o rico clero tirar os anéis dos dedos, investir, construir e reconstruir tudo e mais alguma coisa, dar trabalho aos fieis injetando capital e animo na sociedade, dando o seu contributo para alavancar a economia, o povo está cansado de sermões e quer obras, a cassete do discurso do coitadinho copiada de um qualquer partido de esquerda de segunda linha não basta.

Os partidos também não ajudam em nada, temos um novo governo com maioria vai para um ano, esteve cá a troika e (quase) todos disseram "amen", eles voltam cá e continuam todos a dizer "amen", mas isso só não chega, é preciso haver de facto união, esquecer que existem por aí uns quantos velhos do Restelo, que são capazes de dizer que a ideia deles de ontem é má só porque só hoje foi proposta pelo outro partido, é deixa-los palrar à vontade e olhar para o que interessa, pôr o Ministério Publico e os tribunais a trabalhar, levantar processos relâmpago aos corruptos deste país, esses sim merecem ir para o desemprego urgentemente, dar um sinal claro de que há vontade de mudar, de acabar já com o clientelismo, colocar o estado ao serviço da economia apoiando o desenvolvimento de novos projetos, a maior queixa dos empresários não era até à pouco tempo a falta de dinheiro (agora infelizmente também já é), mas sim os entraves e a burocracia que o estado lhes colocava, não estorvar e ser rápido na resposta, já ajuda, e muito.

A nossa comunicação social tem adotado uma linha editorial negativista e catastrófica, e não se ensaia nada em ser parcial e dar voz aos interesses dos grupos para os quais trabalham, ou pior ainda, no caso dos media públicos onde os próprios funcionários (jornalistas) usam o poder da comunicação em proveito próprio tentando com isso manipular as opiniões a seu favor. Raramente se vê uma questão abordada de forma clara, isto é tem sempre de haver a preservativa do coitadinho, a opinião do fazedor de opinião do contraditório, mas se pelo menos isso contribuísse para o cabal esclarecimento da população: do mal o menos, contudo é nos sempre induzida a opinião de que tudo está mal e é mal feito.

Nos últimos anos a justiça tem acumulado processos que não consegue resolver, casos que a comunicação social se encarregou de alimentar, tal é a fome de obter sempre mais supostas provas, novos dados, ou sempre escaldantes insignificâncias, que por vezes só servem para desviar a atenção da opinião publica, conforme o interesse de quem tem força e poder para manipular as noticias. Tirando partido de mil e um expedientes os advogados fazem prolongar em tribunal processos com o único objetivo de adiar o veredicto conforme o interesse do seu constituinte, e de por essa via o prender ao seu jugo como cliente fiel.

No país real, a vida continua, as paredes escondem misérias, e em casa as famílias sofrem, a muitas falta o pão, ou melhor, até falta tudo (porque é que isto não muda?).

Nas ruas somos os maiores, está sempre tudo bem, desde que haja saúde e trabalho, o que não deixa de ser verdade, mas somos capazes de logo de seguida dar uma machadada em todos os conceitos, picar o ponto no emprego, ir para o posto de trabalho, mandar o patrão para o galheiro e pensar ou dizer baixinho: isto não é meu nem do meu pai, quero é que chegue depressa ás 6 da tarde, e ponham é lá o meu certinho ao fim do mês.

Somos uns morcões que para aqui andamos, incapazes de olhar para o espelho e ver o que de mal fazemos, quais burros usamos umas palas e só vemos em frente, ou aquilo que nos interessa ver, somos incapazes de olhar para o lado, libertar o nosso espirito crítico, soltar um berro e dizer:

isto está mal, é favor de fazer bem...

e mais nada!

Um desabafo, porra!


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by Hellder Pinho, em 01.03.12 às 20:39link do post | favorito

Com o andar das coisas ainda corremos o risco de deixar de ter feriados de vez, e não nos admiremos se um destes dias inventarem anos «trisextos» com Fevereiros de 30 dias.

 

Crónica de 30 de Fevereiro de 2012

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by Hellder Pinho, em 21.02.12 às 19:25link do post | favorito

Esta manhã mascarado de trabalhador fiz-me à estrada, cruzei as ruas desertas e até tive um pensamento egotista: demora-se menos tempo e tudo, mesmo assim cheguei ao escritório “atrasado”, fui efusivamente cumprimentado pelos meus outros dois colegas de contenda, e logo ali festejamos o nosso inicio de dia de trabalho brindando com café e bolos como se estivéssemos numa qualquer repartição pública, o trabalho andou rápido (ao ritmo do privado) até porque para o resto da Europa nós Portugueses somos os atrasados (calma!), isto é: andamos com uma hora de atraso (o fuso horário), as conversas com os Franciús ou com os Nuestros Hermanos iam bater sempre ao mesmo tópico, para eles somos todos uns fanfarrões que passamos a noite toda na desbunda (adivinharam) e estávamos agora ali dar no batente (voltaram a acertar), enquanto o país se divertia e gozava, sem se importar com os cobradores do fraque (vulgo: troika) que anda pela capital a trocar ficheiros de Excel (como se não houvesse e-mail), para avaliar se nos emprestadavam mais algum guito para pagar as contas do estado que teima em não conseguir arrumar a casa, e continua despesista e mandrião (ai! ai!), até porque não conseguiu (nem nunca conseguiria) fazer vingar a “intolerância” de ponto decretada para o sector publico para este dia de Carnaval.

Intolerância de Ponto - Escritório

…para não ser gozado pelos que ficaram em casa, isto é aproveitaram o dia para festejar o Entrudo, de tarde não fui trabalhar…

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by Hellder Pinho, em 18.02.12 às 23:59link do post | favorito

temos por conceito ser preconceituosos, preferimos avaliar pelas aparências e primeiras impressões, e na maior parte das vezes nem sequer pensamos pela nossa cabeça, usamos a avaliação de outros qual preguiçoso mandrião que nem se dá ao trabalho de pensar um pouco e fazer a sua própria apreciação, muitas vezes somos também vítimas desse mesmo sistema, e vemo-nos assim enredados numa teia que nos enleia e da qual é difícil escapar, pior, outras vezes esta situação é congénita, porque nem sequer nos damos ao trabalho de ensinar aos nossos filhos a verdadeira noção do valor do respeito pelo próximo, o conceito de amizade, e a real noção de verdade.

A distinção entre o bem e o mal não se pode resumir apenas à bipolarização dos conceitos, se tivermos por base os ensinamentos religiosos (quais quer uns) desde que bem interpretados podem ser um bom princípio, mas só isso não chega, é preciso vermos com os olhos da alma, rompermos a cegueira que nos ofusca, e o mais difícil de tudo, porque “nascemos” com essa deficiência que torna a nossa sociedade singular: o erro,

avaliarmos o nosso próximo tal qual gostaríamos nós mesmos de ser reconhecidos.

 

Quem Nós Sabemos (Lod Voldemort) e Belzebu

 

Os bonzinhos foram ao baile de Carnaval, e não é um conceito, até porque estavam lá todos do Ministro das Finanças ao Policia Silva passando pelo padre Manuel, e até Quem Nós Sabemos (o próprio Lord Voldemort) que cedeu amavelmente a dançar com uma das suas mais proeminentes súbditas a inconfundível e simpatiquíssima Belzebu.


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by Hellder Pinho, em 06.02.12 às 21:10link do post | favorito

Libertai-vos do jugo da opressão!

As coisas não são assim só porque aqueloutro o diz,

chegou a hora de dizer BASTA!

 

- se marcaram uma hora e agora é outra,

       ai! que assim não é se não houver uma boa explicação,

       e já agora um simpático pedido de desculpas

- se fizeram um orçamento e agora já não é bem assim,

       calma! porque o bolso é meu,

       o melhor é rever bem e procurar sempre contrapartidas

- se pedi um café,

       não quero um carioca!,

       e já agora em chávena quente e com pauzinho de canela

- se prometeram mundos e fundos,

       alto! o melhor é desconfiar,

       pôr tudo preto no branco, ler as linhinhas todas,

       e contestar

 

Cagarolas militante,

       já é tempo de soltar as amarras,

       chegou a hora de ser

       perspicaz, impertinente, descarado,

       desavergonhado, atrevido, audaz, …, desconfiado,

       porque este mundo é dos espertos,

       e não estamos aqui para ser comidos pelos espertalhões.

 

Vai-te! e não deixes...

 

Aos Portugueses Cagarolas

 

Todas as noites serão a tua noite


xiba-te
by Hellder Pinho, em 03.02.12 às 22:05link do post | favorito

Foi-se… este ano o governo não dará tolerância de ponto aos funcionários públicos na terça-feira de Carnaval, vai haver quem fique chateado porque se acaba com o único dia em que a palhaçada era oficialmente fora da repartição.

E os privados? Não vão deixar que uns fiquem a rir e outros a chorar!

 

Este ano não há Carnaval,

e muita gente vai levar a mal!

 

Ai se eu te pego!


xiba-te
by Hellder Pinho, em 25.01.12 às 03:03link do post | favorito

Eu murcom me confesso, ele há coisas que tiram o apetite a qualquer um, entre uma garfada de salada e um golo de água, passa-me pelos olhos o ticket do fast-food, “CONSULTA DE MESA”… (quase me engasguei) onde está a minha FACTURA!, e a mente ferve logo com todas aquelas ideias malucas, estes gajos andam a comer-nos por lorpas, aproveitam que não está aí o controller de PDA em punho a somar a facturação das lojas, e pimba, toca a facturar pela porta do cavalo, que é feito da certificação de software, e o IVA para onde foi, homessa!, eles não vão pagar IVA disto, nem IRC, nem…, e ainda por cima paguei o mesmo, e eles a lucrar o imposto,… mau, mau,… mais uma garfada de carne, e estou que nem posso, andamos a manter pançudos, ou quê, onde andam os fiscais das finanças?
Perdi o apetite, a minha vontade era ir lá e dar-lhe o arroz, mas como sou murcom, deixei-me vencer… pela pressa de tomar café, e quedei-me só a pensar que foi só um engano… inexperiência da menina da caixa.

 

consulta de mesa - não serve de factura - economia paralela

xiba-te
by Hellder Pinho, em 22.01.12 às 12:11link do post | favorito

Sandra e Anita,


Não digam a ninguém que me emprestam tantos livros,... se não um dia destes o governo ainda coloca uma taxa de direitos de autor nas lentes dos óculos.

 

 

Obrigado,

 

x

 

direitos de autor



xiba-te
by Hellder Pinho, em 13.01.12 às 21:45link do post | favorito

Querido facebook, seria muito difícil não postar nada hoje, afinal foi um dia muito especial, e tenho mil e uma razões para não deixar de as partilhar contigo, tens de saber em primeira mão esta novidade quentinha, vou-te contar tintim por tintim, afinal nem podia se de outra maneira,… sei que posso confiar em ti e que não vais contar a mais ninguém... oh, oh que furor, que fantástico: hoje tive sorte!

 

facebook - sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

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teias de aranha
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